A Psicologia e Você

A psicologia é uma ciência que estuda o comportamento humano e o funcionamento da mente humana. O tratamento psicoterápico busca o bem-estar e a satisfação das pessoas em suas vidas. O foco principal de todo processo psicoterapêutico é promover o autoconhecimento e o bem estar emocional. A psicoterapia é um processo de transformação pessoal. O autodesenvolvimento faz com que a pessoa permita transformar o que existe de melhor nela e, portanto, consiga ter uma vida mais equilibrada, feliz e saudável. A união da Psicologia com o Coaching facilita o processo evolutivo da pessoa, tornando o processo mais rápido e poderoso com frutos extremamente significativos.
Ser psicólogo é um aprendizado contínuo do comportamento humano, das suas dores, aflições, mágoas, decepções, tristezas, medos etc., bem como da sua alegria de viver, do seu desejo eterno de felicidade, determinação ao correr atrás dos seus sonhos e o desprendimento em rir de si mesmo.
Sabemos que todas as pessoas são diferentes umas das outras, mas algumas vezes nos surpreendem com os diversos mecanismos de defesa que alguns usam para se protegerem de situações conflituosas, da sua solidão ou situações que podem trazer sofrimento. Muitas vezes, sofrem por antecipação e isso acaba gerando ansiedade e medo do amanhã, o que acaba nos impedindo de seguir em frente e estagnamos. Neste momento, é importante procurar ajuda de alguém especializado, que estudou para poder te ajudar.
A profissão de ser psicólogo é uma escolha e um chamado para que possamos ajudar sem julgar, ouvir com amor e se isentar de qualquer crença ou juízo de valor. Nossa missão é aliviar o sofrimento humano e juntos buscarmos as respostas para se movimentar em direção ao seu autoconhecimento e aceitação de si mesmo.
No aprendizado com o outro e nas palavras de Carl Rogers “A única coisa que se aprende e realmente faz diferença no comportamento da pessoa que aprende, é a descoberta de si mesma”. E nesta descoberta de quem somos, sabemos que “Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais; somos também o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos, sem querer” (Freud).

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